Decorridos quase três meses, tenho a declarar que:
- não, não estou mais tão apaixonada assim e nem sei se isso foi apenas uma ilusão;
- puxa, eu novamente me envolvi numa realidade virtual (essa é a real sensação que tenho neste momento);
- minha paixão pela vida e pelo que ela me traz é o que realmente me deixa feliz;
- que pena, eu não tinha ideia do quanto somos diferentes!
Há extados oito dias, eu estive pensando em postar várias músicas que expressavam meu desejo de que ele voltasse para mim, pois sou do tipo que arrasta correntes se for preciso, mas... desisti de tentar.
Neste momento, a única canção que tem a ver com que estou sentindo e constata o que estou vivendo... é essa do meu querio Moska, porque a conversa foi "exatamente" assim:
(...) Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra. (...)/ Eu corro todos os riscos, / Você diz que não tem mais vontade.(...)
Enfim, não vou deixar de me lançar, tampouco de correr os riscos, então... tchau querido!!!
[Vamos curtir o som? https://g.co/kgs/qVjYff]
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A Seta e o Alvo
(Paulinho Moska)
Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?